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Diego 2005 (diego2005.multiply.com)

Textos

IDENTIFICAÇÃO
  
Diego Remus
Jornalista, atual editor-chefe da revista Nossa SC
25 anos de idade
Telefone (47) 8423-4993
E-mail: diego_remus@yahoo.com.br e 81diego2005@gmail.com

 
 
OBJETIVOS PROFISSIONAIS

- Emergente: quero agregar mais qualidade de vida à minha intensa rotina de trabalho, tornando mais recompensador e satisfatório o meu perfil workaholic;

- permanentes: a) quero trabalhar com pessoas em franco processo de qualificação, entusiastas do conhecimento e da criatividade, fomentando relações sociais de atualização cultural e dinamismo profissional em ambientes organizacionais maduros;
b) quero incrementar minhas habilidades assimilando mais aspectos do mundo da comunicação através de experiências e atividades variadas.
 

 
JUSTIFICATIVA
 
Mesmo gozando realização profissional e tendo interessantes perspectivas de evolução na carreira (fator pessoal entusiasmo),
eu me frustro e preocupo ao perceber que os esforços que invisto em demandas administrativas
- especificamente a responsabilidade de coordenar um grupo de trabalho de pouco vigor intelectual e baixo desempenho -
vêm me desgastando, ocupando muito tempo, de forma a dificultar dramaticamente a tão almejada qualidade do meu próprio trabalho e do resultado final coletivo.


 
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL OFICIAL COM COMUNICAÇÃO
 
- Trabalho como editor-chefe da revista regional Nossa SC (sediada em Jaraguá do Sul, SC, www.revistanossa.com.br ), dirigida para público socioculturalmente avançado das regiões Norte e Litoral. Em suas 100 páginas (em média), publicamos matérias de assuntos variados, com foco nos culturais, sociais e de qualidade de vida. Participo intensamente de todo o processo de elaboração das edições mensais - bem como das edições extraordinárias, como Nossa Casa, que foi publicada mais recentemente em setembro, e Nossa Festas, a ser publicada em dezembro. Este esforço envolve integrar tarefas jornalísticas e administrativas: definir pautas; coordenar repórteres, fotógrafos e paginação; estabelecer contatos com fontes de informações, equipes de produção/assessoria e outros facilitadores afins; facilitar a elaboração das matérias e formatá-las; e manter intercâmbio com o departamento comercial - entre outras atividades relacionadas. Venho entrevistando as personalidades de capa (Arnaldo Jabor, Ana Maria Braga, Roberto Justus, entre outros) e redigindo as matérias relacionadas. Me ocupo deste universo desde o final de junho de 2006 (há praticamente meio ano);
  
- trabalhei como repórter no jornal estadual A Notícia (na matriz, em Joinville, SC) entre novembro de 2005 e fevereiro de 2006. Fui repórter para o suplemento local AN Cidade, e também tive matérias publicadas na parte do jornal com circulação estadual - inclusive uma chamada na capa. Fiz reportagens especiais de duas páginas. Sugeri pautas alternativas. Participei de matérias feitas em conjunto com equipes das sucursais e correspondentes.  Cobri política, saúde, esporte, comunidade, educação, cultura, polícia, economia; 
  
- trabalhei no jornal microrregional Folha do Mate (sediado em Venâncio Aires, RS) entre setembro de 2003 e setembro de 2005. Comecei como aprendiz, terminei como repórter especial, sub-editor de informática, colunista de desenvolvimento sustentado (economia vs. ecologia vs. gestão vs. cultura) e editor de website.
  
 

CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL
  
- Curso de Jornalismo Cultural, promovido pelo Sesc, ministrado pelo jornalista Fábio de Oliveira Gomes (Jaraguá do Sul, outubro de 2006);
- Curso de Jornalismo Econômico, promovido pela Superintendência de Comunicação do Banco Santander, ministrado pelo jornalista chefe de redação da revista Amanhã, Eugênio Esber (Porto Alegre, setembro de 2003);
- Bacharelado em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo - graduação em 10 de janeiro de 2004 pela Universidade de Santa Cruz do Sul ( www.unisc.br);
- Registro profissional DRT/RS 11.591.
 
 
 
PERFIL PESSOAL, OUTRAS HABILIDADES, OUTRAS ATIVIDADES
  
- línguas: português preciso, inglês fluente, alemão intermediário, espanhol básico;
- sensibilidade a culturas urbanas e profissionais;
- habilidade no relacionamento com cidadãos comuns, profissionais, empresários, políticos, artistas, personalidades alternativas e, especialmente, profissionais de comunicação, incluindo assessores, produtores e outros profissionais facilitadores;
- produzi eventos musicais "comerciais", abertos ao público - festas temáticas, umas com a banda, outra em parceria com uma equipe, outra com apoio, e outra sozinho;
- guitarrista em bandas de rock durante 10 anos, e 2 em projetos híbridos com música eletrônica (também como letrista);
- aptidão com o mundo da moda: já fui modelo pela Mega Model Agency (Porto Alegre, RS), estive no São Paulo Fashion Week, e através da agência Catarina Modelos passei para a etapa semifinal Sul (a ser realizada em Florianópolis, SC no final de novembro de 2006) do concurso Tic Tac Mega Model; 
- fui assessor de imprensa para uma entidade socioambiental;
- para rádio comercial, produzi matérias e apresentei programas - um sobre o pós-moderno rock dançante, outro sobre a mistura de rock com drum n bass);
- na universidade, participei de projetos de extensão - inclusive publiquei o primeiro website do Curso de Comunicação Social, e tive acesso (como ouvinte) a atividades de pós-graduação na Universidade do Vale dos Sinos (Unisinos).
- fui monitor de ensino (professor não-graduado) de língua inglesa e responsável pelo escritório de uma escola durante a adolescência;
- participei do Fórum Social Mundial, especialmente da edição de 2003 em Porto Alegre;
- participei dos movimentos internacionais de escotismo (através da União de Escoteiros do Brasil) e do Rotary Club (através do Interact Club).  
 

 
CONTATOS PARA REFERÊNCIAS
   
- Revista Nossa: gerente geral Paola Gonnelli (47) 3700-2900, paola@revistanossa.com.br;
- Jornal A Notícia: Chefe de reportagem Albertina Camilo (47) 3431-9000, tina@an.com.br;
- Jornal Folha do Mate: editor Sérgio Klafke, administrador Ricardo Silberschlag. Telefone (51) 3741-1302, e-mails
sergioklafke@folhadomate.com.br e ricardo@folhadomate.com.br;
- Universidade de Santa Cruz do Sul: professora Mirela Hoeltz, Curso
de Comunicação Social. Telefone (51) 3717-7383.

 


Blog EntryFeb 9, '06 4:22 PM
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CURRICULUM VITAE

IDENTIFICAÇÃO

Diego Remus, jornalista
24 anos
Residente com a família no bairro Saguaçu, Joinville/SC
Telefone: (47) 3435-0350 ou (47) 8423-4993
E-mail: 81diego2005@gmail.com ou diego_remus@yahoo.com.br


PERFIL PROFISSIONAL

- Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo, graduado em
10 de janeiro de 2004 pela Universidade de Santa Cruz do Sul (www .unisc.br);

- Registro profissional DRT/RS 11.591;

- Curso de Jornalismo Econômico, promovido pela Superintendência de
Comunicação do Banco Santander, ministrado pelo jornalista chefe de
redação da revista Amanhã, Eugênio Esber (Porto Alegre, setembro de 2003).


EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

- Trabalhei como repórter no jornal A Notícia (Joinville) entre novembro de 2005 e fevereiro de 2006. Fui repórter (não estagiário) para o suplemento local AN Cidade, e tive matérias publicadas na parte do jornal com circulação estadual. Participei de matérias feitas em conjunto com equipes das sucursais e correspondentes. Cobri política, saúde, esporte, comunidade, educação, cultura, polícia, economia. Fiz reportagens especiais. Sugeri pautas alternativas;

- antes de me mudar para Joinville com a família, trabalhei dois anos no
jornal Folha do Mate (Venâncio Aires/RS, www.folhadomate.com.br).
Comecei como estagiário enquanto cursava o último semestre de
Jornalismo, finalizando monografia sobre o serviço de personalização
do portal de internet Yahoo!. Após três meses, fui contratado. Passei
a conquistar credibilidade para tratar de assuntos delicados de saúde,
política e comunidade; avançados como de informática e empresas. Fiz
muitas pesquisas de rua (tipo enquete). Passei a editar os suplementos
de Informática. Durante o segundo ano fui colunista semanal de
desenvolvimento sustentado
, abordando gestão, ecologia e economia. Vim
coordenando a elaboração de um novo website para o jornal, desta vez
com atualização diária, que seria a primeira etapa para o jornal ter
mais de duas edições por semana. Eu seria o editor de tal website,
mas preferi ousar, trocar o previsível pelo mais desafiante;

- na faculdade, participei de projetos de extensão, inclusive
publiquei o primeiro website do Curso de Comunicação Social, e tive
acesso (como ouvinte) a atividades de pós-graduação na Unisinos;

- fui assessor de imprensa free-lancer para uma entidade socioambiental;

- fui monitor de ensino (professor não-graduado) de Língua Inglesa
entre 1995 e 1999.


VALOR PESSOAL AGREGADO

- línguas: português preciso, inglês fluente, alemão e espanhol intermediários;

- hábil no relacionamento (carisma, naturalidade, respeito,
auto-confiança) com cidadãos comuns, profissionais, empresários,
políticos, artistas e alternativos. Sensível a culturas urbanas;

- modelo desde o início do ano (especialmente pela agência Mega Model/RS);

- promotor de festas e DJ desde o início de 2005; guitarrista em bandas
de rock há 10 anos, em projetos de música eletrônica há 2 anos;

- apto a pesquisar e apurar assuntos complexos (motivação, senso de
oportunidade, destreza conceitual e escrita avançada);

- participei intensamente do Fórum Social Mundial em Porto Alegre,
especialmente na edição de 2003;

- já participei do movimento de Escoteiros e do Rotary Club
Internacional (através do Interact).


CONTATOS PARA REFERÊNCIAS

- Jornal A Notícia: Chefe de reportagem Albertina Camilo (47) 3431-9000, tina@an.com.br;

- Jornal Folha Do Mate: Diretores Sérgio Klafke (editor),
Ricardo Silberschlag (administrador). Telefone (51) 3741-1302, e-mails
sergioklafke@folhadomate.com.br e ricardo@folhadomate.com.br;

- Universidade de Santa Cruz do Sul: professora Mirela Hoeltz, Curso de
Comunicação Social. Telefone (51) 3717-7383.


Blog EntryJan 15, '06 1:19 AM
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Joinville vai estar representada na 50ª edição da prova de automobilismo mais tradicional da América do Sul, prestigiada no mundo do esporte. O empresário Paulo Cezar Machado, seu irmão Edson Marcos Machado e um piloto reserva vão disputar a prova Mil Milhas Brasil 2006 no próximo sábado. No autódromo de Interlagos, vão concorrer com estrelas como Nelson Piquet e Emerson Fittipaldi, apostando os protótipos que eles mesmos fizeram contra, inclusive, carros famosos que estarão correndo pela primeira vez no Brasil. Sexta-feira à noite, o próprio Paulo estava trabalhando em peças do carro novo na oficina, montada nas dependências do seu hangar de helicópteros. Além de correr com o costumeiro MV 2.000, vai estrear um MV 2.600 turbo, zero kilômetro. “Já deveria estar pronto, e em São Paulo. Na verdade, os dois já estavam prontos em setembro, quando os organizadores mudaram o regulamento e tivemos de alterar até chassis”, explica Paulo.

O novo 2.600 tem 700hp – bem mais do que os 200 hp do MV 2.000. “Montar um motor turbo é mais complicado. E pilotar também exige mais”, justifica. “O carro é 90% feito em Joinville. Só o motor que não. É um Volkswagen de 6 cilindros que veio da Alemanha”, conta. A equipe Martin Motor Sport, de Curitiba, fez a montagem e vai auxiliar durante a prova. Ele anuncia que já desenvolveu projeto e se prepara para montar um motor V10, todo feito em Joinville. No sábado, após um trabalho intensivo da equipe, os carros embarcaram para o local da prova para serem inspecionados.

Apaixonado por velocidade desde 1975, quando passou a correr de moto, conquistando mais de 700 troféus, Paulo resolveu se aventurar de carro em 1997. Venceu as 500 Milhas em Londrina em 1998, e em 2.000 venceu a Mil Milhas. Conquistou também um segundo lugar, em 2.001. “De premiação vai ter uns R$ 500 mil. Vencer a Mil Milhas é como vencer as Olimpíadas. É muita emoção, a gente dá o sangue”, comenta o empresário piloto. Eduardo Miers acompanha de perto a adrenalina dos pilotos. Engenheiro aposentado, tem como hobby ser chefe da equipe. “Somos umas 12 pessoas na equipe, ficamos acompanhando no box”, afirma. “Em 2000, chegamos a trocar um motor 3 vezes. E também acontecem acidentes, sempre, e alguns feios”, testemunha. “Mas os carros são projetados para dar segurança aos pilotos”, garante.

 

A PROVA

 

Nesta edição do dia 21 de janeiro, sábado, a largada será ao meio-dia, não mais à meia-noite, para atrair mais público ao Autódromo Municipal José Carlos Pace Interlagos), na capital paulista. O promotor do evento, Antonio Hermann, tem expectativa de atrair 40 mil pessoas ao local. Hermann confirmou a participação de Nelson Piquet, que pela primeira vez deve correr com Nelsinho, além de Tony Kanaan, Emerson Fittipaldi e Christian Fittipaldi. A equipe Medley, atual campeã, com Xandy, Guto, Xandinho Negrão e Giuliano Losacco, não vai participar porque a Audi não recomenda, alegando risco de ocorrerem danos estruturais, acrescentar 50 kg ao TTR DTM para adequá-lo às novas regras, aprovadas pela Confederação Brasileira de Automobilismo.

O objetivo dos organizadores da prova é adequá-la às regras da Federação Internacional de Automobilismo GT, para que faça parte do calendário da entidade em edições futuras. A FIA GT congrega ao redor do mundo competições dos carros definidos como esportivos preparados para a estrada mas adaptados para pistas. Provas famosas são a 24 horas de Le Mans (França) e a 24 horas de Daytona (EUA).

Além dos irmãos joinvilenses Paulo e Edson Machado, outros pilotos vão usar protótipos. O segundo colocado nas 500 Milhas de Indianápolis de 2005, Vitor Meira, piloto de 27 anos que disputa a IRL (Indy Racing League) nos Estados Unidos, vai andar no protótipo ZF 01. Mas a atenção dos modelos personalizados vai estar dividida. O público não vai deixar de conferir modelos Ferrari, Saleen, Corvette, Aston Martin, Porsche, BMW, Alfa Romeo entre outros, alguns dos carros que a Federação Internacional vai trazer pela primeira vez para a prova brasileira. Os conceituados modelos importados devem dificultar para os brasileiros, mas a velocidade não é o que mais importa. Terminar a corrida é uma grande probabilidade de obter uma boa colocação.

Os ingressos, vendidos até ontem, custavam R$ 65 para arquibancada descoberta, sem direito a visitação aos boxes. Um lugar nas arquibancadas cobertas custou R$ 150, com passe de visitação. Já o Paddock Mil Milhas Brasil, de R$ 350, além de visitação, oferece também estacionamento interno e serviço de bufê completo com café da manhã, almoço e jantar - a corrida deve terminar por volta das 23 horas. Saiba mais em www.milmilhasbrasil.com.br.

 

HISTÓRIA DA MIL MILHAS

 

A Década de 1950 ficou marcada pelo desenvolvimento da indústria brasileira de automóveis e autopeças. As indústrias consolidaram a produção no país. Wilson Fittipaldi e Eloy Gogliano, homens ligados à promoção do automobilismo, viram uma possibilidade de revolucionar as competições no autódromo de Interlagos, que havia sido inaugurado em 1940. Uma competição automobilística de longa duração seria um bom laboratório para os produtos. Em 1956, com mediação do Centauro Motor Club, criaram a prova “Mil Milhas Brasileiras de Interlagos”. Amparados pelo sucesso de outra competições, como as 24 horas de 1951, dedicadas a motos e carros, e com apoio da Rádio Panamericana, os empreendedores passaram a mobilizar os meios industriais e automobilísticos.

Fittipaldi viajou a diversos estados motivando pilotos, encontrando grande aceitação. Enquanto isso, Eloy Gogliano cuidava de detalhes administrativos e organização do regulamento junto ao Automóvel Club do Brasil.

Foram aceitas inscrições para veículos na categoria “Turismo Fechado” com dois ou mais lugares e preparação livre. O chassi e o motor deveriam ser da mesma marca, podendo ser utilizados diferentes modelos e/ou anos de fabricação. Os pilotos foram obrigados a fazer exames médicos, usar capacetes e realizar alguns treinos noturnos. O sucesso da competição ficou garantido com o apoio da TV Record e do Sindicato Nacional dos Fabricantes de Autopeças. Junto aos seus afiliados, apostaram alto no evento, bancando todas as despesas e a premiação, num investimento inédito.

Nos dias 24 e 25 de novembro de 1956, o Autódromo de Interlagos recebeu mais de 30 mil pessoas de diversas partes do Brasil num clima de festa com muito entusiasmo por parte da torcida, dos patrocinadores, pilotos e equipes numa prova espetacular. Às 19 horas do dia 24, lá estavam 31 carros alinhados para largar ao estilo Le Mans. Ao sinal de partida, todos os pilotos correram, entraram nos carros e aceleraram forte, buscando melhores posições.

Desde a primeira edição, os pilotos mais importantes de sua época marcaram presença a cada evento. Chico Landi, Catarino Andreata, Camilo Christópharo, Ciro Caíres, Bird Clemente, Piero Gancia, Luiz Pereira Bueno, Paulo Gomes, Ingo Hoffmann, Zeca Giaffone, Wilson Fittipaldi Jr, Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet, Raul Boesel, Abílio e Alcides Diniz, entre outros.

 


Blog EntrySep 25, '05 8:20 PM
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segunda-feira (19 de setembro, véspera do feriado oficial dos gaúchos que marca a Revolução Farroupilha), fiz festa com amigos na AABB em Venâncio Aires (RS).

 

eu; meu amigo Carlos Villanova Lopes (Gordo, que cedeu aparelhagem de som); o Johny (Veneno, de POA); e o André Santana (de POA, q trouxe CDJs), botamos som gostoso pro pessoal curtir e zoar

 

o motivo da festa: no dia seguinte me mudei pra Joinville (SC)

 

recebi muitos abraços gostoso

ouvi palavras gostosas

revi gente gostosa

e

a madrugada foi gostosa

VEJAM FOTOS EM WWW.DOFUZUE.COM


Blog EntrySep 15, '05 1:46 PM
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 Fim de ciclo - Esta é a 50a e última coluna que publico na Folha do Mate. Ontem foi meu último dia de trabalho no jornal. Pedi demissão e vou me mudar para Joinville (em Santa Catarina) terça-feira, aproveitando nova realidade profissional do pai e inspirado para reconstruir a minha. Também completo mais um ano de vida, em 3 de outubro.

Há um ano, batizei de “Economia + ecologia= cultura sustentável” um espaço semanal para falar sobre formas de gestão econômica do meio ambiente, ou gestão ecológica da economia. Exemplos de como hábitos do dia-a-dia se relacionam com a economia e a ecologia, visando à sustentabilidade (continuidade). Naquela primeira coluna, de 14 de setembro, falei sobre a coleta seletiva, que estava sendo retomada com mais atenção no município. Desde então, usei várias vezes o título “Cultura sustentável” para demonstrar como a manutenção da vida saudável em casa, na cidade e no planeta depende do manejo correto, da organização e gestão inteligente dos recursos naturais, humanos e financeiros. Acompanhei e citei aqui diversos fatos e idéias a fim de dar a eles voz , vez, companhia. Sinto que uma fase foi concluída. O lixão interditado está sendo remediado/recuperado; as cargas abandonadas na usina de triagem vão ser removidas; os catadores de recicláveis nas ruas conquistaram um entreposto de comercialização; novos projetos estão sendo anunciados; e talvez o município participe do comércio internacional de créditos de carbono, no embalo do Protocolo de Kyoto. Também empresas e profissionais vêm se reunindo em arranjos e cadeias de produção, por exemplo através do Sebrae. Outras parcerias de importância social vêm se mantendo, especialmente o meta-projeto transversal do centro de inserção digital e reabilitação, sendo implantado na associação do Cemuc. Aqui em Venâncio aprendi muito e daqui levo muitos bons exemplos. Me desiludi de ideologias, mas há idéias que só encontram ressonância e realização, e estas ainda me inspiram. Sem saudosismo ou sentimentalismo, vamos passar às informações, que sustentam os relacionamentos;

 

Fepam e FEE concluem que 65% da produção industrial gaúcha tem altos níveis de poluição – Através do estudo Índice de Potencial Poluidor da Indústria (Inpp-I), a Fundação Estadual de Proteção Ambiental do Rio Grande do Sul e a Fundação de Economia e Estatística cruzaram o Valor Adicionado Bruto (VAB), que corresponde à soma do produto industrial de cada cidade, ao Índice de Dependência de Atividade Potencial Poluidora, que determina até que ponto uma localidade depende de empresas que agridem o meio ambiente. Concluíram que os dez municípios gaúchos que mais poluem são Canoas, Triunfo, Caxias do Sul, Porto Alegre, Rio Grande, Gravataí, Novo Hamburgo, Santa Cruz do Sul, Bento Gonçalves e Sapucaia do Sul. “Embora o Estado seja um dos mais avançados em termos de produção sustentável, deve-se ressaltar que o risco ao meio ambiente existe. Por isso, é importante apontar quais municípios têm maior potencial poluidor", ressalta Clitia Martins, economista da FEE e uma das responsáveis pelo estudo;

 

Hora da bioenergia no estado - O governador Germano Rigotto assinou dia 12 o decreto que institui o Comitê Gestor dos Arranjos Produtivos de Bioenergia do estado - AP/Bionergia RS, para incentivar a produção de fontes alternativas de energia, principalmente a partir de matéria-prima agrícola. Isso significa estímulo ao cultivo de cana-de-açúcar e de oleaginosas, como canola, colza, girassol, amendoim, soja, linhaça e mamona. A partir de 2008, o diesel comercializado no país terá, obrigatoriamente, 2% de biodiesel, percentual que subirá para 5% cinco anos depois. Para a adição inicial de 2% de biodiesel, será necessária a oferta de mais 900 mil toneladas/ano de óleo vegetal, até 2008, e de 2,7 milhões de toneladas/ano, até 2013;

 

Primeiro pregão latino de créditos de carbono do Protocolo de Kyoto – A Bolsa de Valores do Rio de Janeiro lançou ontem de manhã o Banco de Projetos de Redução de Emissões do mercado brasileiro de carbono, numa parceria entre o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e a Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F). Este é o primeiro passo para a instalação do Mercado Brasileiro de Redução de Emissões, MBRE. www.bmf.com.br;

 

Mais uma companhia brasileira passa a integrar o Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI), que mede o desempenho de empresas com boas práticas de responsabilidade social na Bolsa de Nova York. Trata-se da Aracruz Celulose, produtora de celulose branqueada de eucalipto;

 

Revista Amanhã especial sobre sustentabilidade –Sua empresa tem prazo de validade? - Por que cada vez mais companhias reciclam conceitos de gestão e incorporam a sustentabilidade à estratégia de negócios” lê-se na capa da edição de outubro, que pode ser conferida em http://amanha.terra.com.br.


RS mantém experiências de referência para 500 mil catadores de 3,8 mil municípios brasileiros - A Fundação de Economia e Estatística (FEE), do Governo do Estado, baseada em tese de doutorado da economista Clitia Helena Backx Martins, defendida em 2004 na Ufrgs, divulgou estudo demonstrando pioneirismo gaúcho na valorização dos resíduos sólidos urbanos (conhecido como lixo seletivo) e dos catadores de recicláveis. Conforme a FEE, o Rio Grande do Sul possui uma das mais bem-estruturadas experiências de coleta seletiva e de processos de reciclagem de lixo do Brasil, elaborada por associações de trabalhadores em vias urbanas.

Sob o título "Trabalhadores na reciclagem do lixo: dinâmicas econômicas, socio-ambientais e políticas na perspectiva de empoderamento", Clitia apresenta uma análise das novas formas de organização e de integração dessa modalidade de trabalhadores, através de associações de reciclagem, na busca por estabelecerem uma identidade coletiva e perspectivas de autonomia e sustentabilidade. "As atividades organizadas de separação e de reaproveitamento dos resíduos sólidos em larga escala são relativamente recentes e vêm se acentuando nos últimos anos, como forma de equacionar desafios referentes à questão urbano-ambiental e possibilitando a criação de trabalho e de renda para vastos setores da população urbana", explica a economista da FEE.  Pesquisa do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), aplicada em 2000, que indicou a presença de catadores informais em cerca de 3,8 mil municípios brasileiros, com a participação massiva de crianças e de adolescentes, catando em lixões em aterros ou nas ruas, uma das fontes citadas no documento da FEE. "Os trabalhadores são expostos a situações de risco de contaminação e sujeitos à violência decorrente da disputa pelo material e, ainda, da própria vulnerabilidade de suas condições precárias de vida", adverte. Hoje, cerca de 500 mil pessoas sobrevivem com reciclagem de lixo no Brasil. 

 

Venâncio Aires também – O sistema que funciona no município, de coleta seletiva e destinação a aterro sanitário licenciado, já foi elogiado como exemplar por empreendedores estaduais durante assinatura de convênio para remediação do lixão interditado. Outra iniciativa exemplar inicia oficialmente hoje, com a inauguração do entreposto regional de recicláveis, que vai funcionar no condomínio empresarial na esquina das ruas Assis Brasil e General Osório. O entreposto faz parte de um projeto financiado em mais de R$ 2 milhões pela Petrobras.

 

Projetos gaúchos podem receber primeiros créditos de carbono do Brasil - Três projetos de usinas de biomassa a casca de arroz no Rio Grande do Sul, até o final de setembro, terão concluída a etapa de validação para receber os primeiros créditos de carbono no Brasil, previstos pelo Protocolo de Kyoto. O empreendimentos da Josapar e da Cooperativa Alegrete interessam à empresa holandesa Biomass Tecnology Group (BTG), parceira da gaúcha PTZ Fontes Alternativas, e serão registrados em uma entidade operacional designada, brasileira, credenciando-se para receber a certificação definitiva. "O Rio Grande do Sul larga na frente, esta é uma iniciativa inédita do país, resultado de nossa visita à Europa no mês de julho do ano passado", comemora o secretário de Energia, Minas e Comunicações, Valdir Andres, informando que a Josapar pretende a construção de uma usina de biomassa de 8,3 MW de capacidade instalada em Pelotas e outra de 6 MW em Itaqui, enquanto a Cooperativa Agroindustrial de Alegrete (CAAL) tem um projeto de 3,8 MW em Alegrete.

Os projetos, de acordo com o secretário, envolvem investimento ao redor de R$ 40 milhões. As três usinas de geração de energia limpa no Estado devem proporcionar 40 empregos diretos e cem indiretos. Os países desenvolvidos são obrigados pelo Protocolo de Kyoto, assinado em 1997, e que entrou em vigor no início deste ano, a financiar projetos de geração de energia limpa em todo o mundo para compensar as graves agressões que provocaram ao meio ambiente ao longo dos anos.


Blog EntrySep 6, '05 3:06 PM
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29/08/2005 23:46
Para entender o que é Gestão do Conhecimento

Gestão do Conhecimento é uma viagem e não um ponto de chegada. É uma conquista e não uma aquisição. É mais ser do que ter. As empresas demandarão cada vez mais profissionais que saibam disso.

Saulo Figueiredo

Apontada como um novo vetor da administração moderna, a Gestão do Conhecimento (GC) é muito mais um modo de ser (praticar) do que um recurso que se pode comprar.

Dedicada a zelar dos ativos intangíveis corporativos de valor, ela deve ser praticada amplamente por todos nas organizações, sendo relevante aprender, logo no início, que longe de ser algo que se compra, a GC é muito mais algo que se constrói com trabalho, coerência e dedicação.

Gestão do Conhecimento é uma viagem e não um ponto de chegada. É uma conquista e não uma aquisição. É mais ser do que ter.

Tratada como um modelo de gestão dedicado a alavancar, multiplicar e gerar riquezas a partir do capital intelectual e do conhecimento da organização, a GC é um conjunto de técnicas, posturas e condutas dedicadas ao zelo do saber organizacional. E não poderia ser diferente, pois que atualmente as verdadeiras promessas de geração de riquezas estão no conhecimento.

O grande patrimônio deixou de ser terras, máquinas ou propriedades. A verdadeira capacidade da empresa prosperar, perpetuar e gerar riquezas está, de fato, muito mais no capital intangível do que no capital tangível.

Só para ter uma idéia do valor do conhecimento em nossos dias, nós mandamos navios carregados de soja para os países ricos. Mas um navio de soja exportado pode valer menos que uma nova cultura de bactérias que importamos, por exemplo.

A GC exige principalmente atenção e cuidados especiais para com as pessoas, uma vez que elas detêm e produzem o conhecimento genuíno. Além disso, nunca se deve perder de vista o desenvolvimento de estratégias baseadas no conhecimento.

Empresas como a Nike, Natura e Sony, entre outras, revelam em comum habilidades e, conseqüência do sucesso empresarial, muito mais o zelo dos ativos intangíveis, estratégias mercadológicas bem definidas para o conhecimento e alinhamento do capital intelectual.

Este último (o capital intelectual), importante não apenas para o perfeito funcionamento e atuação da empresa, mas também pela forte influência positiva que exerce nos resultados da companhia de maneira direta e indireta, produzindo percepções de valor, desafio também do Marketing do Conhecimento (veja artigo ao lado).

Embora a grande importância da aprendizagem e do conhecimento em nossas vidas e empresas, muitas pessoas e organizações ainda não sabem como lidar com estes recursos adequadamente.

Considerando que a GC pode ser aplicada nas mais diversas esferas sociais, incluindo empresas privadas de qualquer porte, instituições de ensino e órgãos governamentais e que o conhecimento é o que faz a diferença em qualquer setor ou negócio, devemos rapidamente desenvolver habilidades novas que nos permitam lidar de modo otimizado com o conhecimento nestas instituições.

Um dos grandes desafios em GC é conseguir olhar para toda a cadeia de conhecimento de valor e em toda ela atuar e melhorar os resultados e o desempenho.

Não é exagero afirmar que mais eficazes serão e mais êxito terão os colaboradores e as empresas que se destacarem na tarefa de gerir o saber. Mais do que produzir os melhores bens de consumo, as empresas devem estender o saber e a aplicação eficaz do conhecimento também àqueles que comercializam, prestam serviços de manutenção, fazem o atendimento e estabelecem relacionamentos duradouros com os consumidores e demais stakeholders, capacitando todos ao êxito.

Isso evidencia um estado de ser e de tratar a eficácia como uma questão do saber e ter a motivação e a liberdade para aplicar conhecimentos em benefício da prosperidade de todos.

Muitos dos desafios empresariais em nossos dias podem ser resolvidos e muitas das oportunidades podem ser aproveitadas a partir das práticas de Gestão do Conhecimento, sendo preciso estimular a aprendizagem e uso da GC em todos os níveis das organizações. Não por acaso, as empresas demandarão cada vez mais profissionais que saibam gerir recursos intangíveis, propósito da GC.

Infelizmente, muitos gestores concluíram seus cursos superiores e continuam se formando sem conhecer a GC e se encontram despreparados para a gestão de recursos intangíveis corporativos de maior valor estratégico e “patrimonial”.

Se o conhecimento se revela como o combustível essencial para todas as organizações em nossos dias, não é mais possível empregar pessoas que não saibam zelar do saber tão precioso, não dando também para deixar de preparar os colaboradores em ação para que aprendam a cuidar do conhecimento organizacional. [Webinsider]

..............................................................
Referência bibliográfica: Gestão do Conhecimento - Estratégia Competitivas para a Criação e Mobilização do Conhecimento na Empresa, de Saulo P. Figueiredo, pela editora QualityMark, edição 2005.

 

http://webinsider.uol.com.br/vernoticia.php/id/2559

Blog EntrySep 2, '05 3:40 PM
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Técnico da região pesquisa energias alternativas - O eletrotécnico e pesquisador independente Juarez Cardoso Nunes, natural de Taquari, residente em Teutônia, entro em contato para divulgar sua pesquisa Geração de Energias Alternativas com Ênfase em Energia Eólica, solicitando apoio de interessados. Entre os dias 23 e 31 de julho, ele esteve conhecendo Projetos de Energias Alternativas no Ceará, a convite do governo estadual de lá. “Visitei as três Usinas Eólicas do Estado do Ceará,as primeiras do País, em funcionamento a quase 10 anos”, conta. Sobre sua pesquisa, ele relata: “meu estudo (projeto) define uma matriz energética limpa ou menos poluente. Dividindo o país em regiões (climáticas e com características físicas), e com grandes problemas, para cada região existe uma possibilidade. Por exemplo a queima de lixo seco para geração de Energia Elétrica é uma opção para grandes centros urbanos.O projeto em questão traz o estudo técnico, científico e político da situação energética do país. Vale lembrar que o Brasil tem 40 milhões de brasileiros que não possuem condições de produzir no campo, pois não existe energia elétrica para irrigar a terra (caso do sertão nordestino) que é rico em água subterrânea. Estes cidadãos são candidatos a buscarem uma ilusão nos grandes centros urbanos (êxodo rural), e aumentando o número da pobreza, da violência e da fome”. Para conhecer mais sobre o trabalho de Juarez, solicitar palestras ou oferecer apoio para a conclusão e edição de um livro, acesse www.portaldovoluntario.org.br/juareznunes e

www.rotasdovale.com.br/projetos. O email dele é juareznunes@certel.com.br;

 

Empresas são mais ativas que governo no cuidado com a água - Falta definição no marco regulatório para o saneamento e o uso da água no Brasil. Essa foi uma das principais conclusões do primeiro dia da Conferência Internacional de Governança e Sustentabilidade Ambiental - A questão da água, que teve início nesta segunda-feira (29), no Senac de São Paulo. O estatuto das cidades, regido pela Lei 10.257, de 2001, por exemplo, não esclarece onde os municípios devem buscar recursos para investir em tratamento de esgoto. Além disso, a Agência Nacional de Águas (ANA) - que regula o setor - critica a carência de investimentos na área. "O problema do saneamento é real. Convivemos com falta de verbas do governo federal e com a carência de quadro técnico suficiente", reclama José Machado, presidente da ANA, sem divulgar números. A Conferência, no entanto, trouxe boas notícias no que diz respeito ao setor privado. Se o poder público está paralisado pela falta de recursos, o mesmo não se pode dizer das empresas - que, nos últimos anos, têm dado passos importantes no caminho da utilização consciente de recursos hídricos. A Companhia de Bebidas das Américas (Ambev) protagoniza um dos casos analisados pelos participantes do evento. Com 30 fábricas espalhadas pelo Brasil, a empresa tem na água sua principal matéria-prima. Por volta de 2001, a Ambev utilizava 5,6 litros do insumo para cada litro de cerveja produzida - índice 40% mais alto do que a média mundial. Em julho de 2004, foi instalado nas fábricas do grupo um sistema de ecoeficiência, que utiliza medidores de vazamento ao longo de todo o processo produtivo. A inovação fez com que o uso da matéria-prima caísse em todas as unidades da Ambev. A fábrica de Curitiba, por exemplo, utiliza atualmente 3,2 litros de água para cada litro de cerveja - o menor índice registrado até hoje em todo o mundo. Resultado: no ano passado, a Ambev economizou R$ 17,6 milhões. "Os empresários estão percebendo que o a produção sustentável é essencial para o ciclo de vida de seus empreendimentos", avalia Milton Seligman, diretor de relações corporativas e comunicação da Ambev. A companhia aplicou mais de R$ 210 milhões em projetos de controle ambiental nos últimos quatro anos. (informações: Amanhã);

 

Olimpíada Brasileira de Biologia - Escolas do ensino médio já podem se inscrever para participar da 2ª Olimpíada Brasileira de Biologia, competição promovida pela Associação Nacional de Biossegurança (ANBio), com o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia, que será realizada em maio de 2006. Mais de sete mil estudantes participaram, este ano, da primeira edição da Olimpíada Brasileira, sendo que os quatro primeiros colocados disputaram a Olimpíada Internacional na China. Em 2006, os organizadores querem que um número maior de escolas brasileiras participem da competição internacional que, dessa vez, terá sede na Argentina. Com a realização das Olimpíadas o que se pretende é despertar o interesse pela Biologia, promover o intercâmbio de idéias e materiais sobre o tema, além de estimular a cooperação entre estudantes no Brasil e no exterior. As inscrições são gratuitas, e as escolas que se inscreverem até o dia 30 de outubro participarão de sorteios de prêmios e materiais didáticos. Mais informações sobre podem ser encontradas na internet www.anbiojovem.org.br.


Blog EntrySep 2, '05 3:39 PM
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Recuperação do lixão e da usina – Os empresários que venceram a concorrência e assinaram contrato terça-feira para remover o lixo acumulado na usina de triagem e executar a primeira etapa de recuperação do lixão, Geferson e Gerson Tolotti, das empresas santa-cruzenses coligadas Conesul e Terrafácil, a partir de suas experiências relacionadas à questão em 30 municípios do estado, elogiaram a situação de Venâncio Aires, mesmo o Poder Executivo tendo sido autuado pela Fepam e pressionado pelo Ministério Público. Eles citaram a coleta seletiva, a triagem, a destinação adequada, a remediação do lixão e o esforço de empresários - em depositar adequadamente os resíduos industriais na Favan -como exemplos bons e raros. Dos 496 municípios gaúchos, apenas 211 realizam coleta seletiva (reaproveitável x não-reaproveitável) dos resíduos sólidos urbanos (lixo domiciliar, residencial).

Infelizmente, apenas 3% dos resíduos sólidos urbanos levados até a usina são selecionados e vendidos para reciclagem. Mas sabe-se que catadores de rua repassam material a intermediários, que revendem às indústrias de reciclagem/reprocessamento. Aliás, estes catadores vão contar com um entreposto, uma central regional para que organizem em grupo, de forma colaborativa, o material reciclável que catam. Tal central será aqui no município, em um condomínio empresarial, em instalações cujo aluguel será fornecido pela municipalidade durante um ano, conforme aprovado pela Câmara de vereadores. Quando iniciar a funcionar, a central vai receber também resíduos vindos de outros municípios próximos, integrantes do projeto que a Petrobras está patrocinando no estado;

 

Gerenciamento de Resíduos Sólidos Industriais - A Univates recebeu de segunda a quarta-feira profissionais e estudantes de todo o estado e de estados vizinhos para o curso Gerenciamento de Resíduos Sólidos Industriais. O evento foi promovido pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES/RS), com o apoio da Univates. Voltado a engenheiros, técnicos, administradores, geólogos, biólogos, estudantes universitários e de cursos técnicos e outros profissionais envolvidos com administração, operacionalização, manejo e gerenciamento de resíduos industriais, o curso abordou as novas tecnologias e destino correto dos resíduos. O evento teve como objetivos capacitar os 40 participantes para o gerenciamento de resíduos sólidos industriais, enfocando questões como gestão ambiental, classificação e gerenciamento de resíduos, produção mais limpa, ferramentas de gestão, principais tipos de tratamento, disposição final e legislação ambiental. O coordenador do curso de Engenharia Sanitária e Ambiental é o professor Odorico Konrad;

 

Biocombustível na pauta da Expointer - No Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, os biocombustíveis serão discutidos por Fepagro, Cientec e Embrapa durante a 28ª Exposição Internacional de Animais, Máquinas, Implementos e Produtos Agropecuários (Expointer 2005) na segunda edição do Ciclo de Palestras do Rincão da Pesquisa. Organizado pela Fundação Estadual de Amparo à Pesquisa (Fepagro), o evento trará para debate diversos temas de interesse direto do produtor rural. O evento se realiza de amanhã até 4 de setembro. Informações em www.expointer.rs.gov.br/2005;

 

Classificação da água - Nas Consultas Populares para Enquadramento da Bacia Hidrográfica do Rio Pardo, os usos serão determinados de acordo com as seguintes classes: a) Classe especial: abastecimento para consumo humano, com desinfecção; preservação do equilíbrio natural das comunidades aquáticas; preservação dos ambientes aquáticos em unidades de conservação de proteção integral; b) Classe 1: abastecimento para consumo humano, após tratamento simplificado; proteção das comunidades aquáticas; recreação de contato primário, tais como natação, esqui aquático e mergulho; irrigação de hortaliças que são consumidas cruas e de frutas que se desenvolvam rentes ao solo e que sejam ingeridas cruas sem remoção de película; proteção das comunidades aquáticas em Terras Indígenas; c) Classe 2: abastecimento para consumo humano, após tratamento convencional; proteção das comunidades aquáticas - recreação de contato primário, tais como natação, esqui aquático e mergulho; irrigação de hortaliças, plantas frutíferas e de parques, jardins, campos de esporte e lazer, com os quais o público possa vir a ter contato direto; aqüicultura e à atividade de pesca; d) Classe 3: abastecimento para consumo humano, após tratamento convencional ou avançado; irrigação de culturas arbóreas, cerealíferas e forrageiras; pesca amadora; recreação de contato secundário; dessedentação de animais; e) Classe 4: navegação; harmonia paisagística.

 


Blog EntrySep 2, '05 3:38 PM
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-                     O passado continua – Domingo fui com meu pai visitar o túmulo do pai dele. Passeando pelo cemitério, fui reparando como as pessoas faziam o mesmo. Paravam para ler os nomes, e comentar sobre as famílias. O cemitério é como um museu, com cada vez mais valores culturais mantidos para avivar a memória dos que ainda vivem. Os cemitérios contam histórias. De pessoas que fizeram o passado. Que nos deixam exemplos.

Infelizmente, algumas pessoas não sabem interpretar e dar valor a isso, e consideram o cemitério um lugar de abandono, de descarte de restos. É assim que interpreto o monte de lixo nos limites do terreno. Restos de flores artificiais, de material de construção, de resíduos diversos. Essas coisas vão parar lá tanto por parte de quem vai visitar um túmulo ou fazer a construção ou manutenção. É incoerente. Não faz sentido ecológico, econômico, histórico, afetivo, cultural. É uma piada, um deboche tratar o cemitério como uma lixeira. E não existe o “sem querer”, existe o “sem pensar”, o “sem sentir”;

 

-                     Nova lei de educação ambiental no estado – Parece muito boa a mudança na lei estadual de educação ambiental, porque a institui como esforço coletivo, sob responsabilidade de toda a sociedade. Isso é bom desde que a responsabilidade não desapareça de tanto ficar diluída. Mas creio que há mecanismos de responsabilização do gestor da política pública. A Secretaria Estadual de Meio Ambiente e a de Educação reescreveram a Lei Estadual n° 11.730 sobre educação ambiental para adapta-la à política nacional sobre o assunto. O novo texto define que a política de educação ambiental será executada pelos órgãos integrantes dos sistemas de Meio Ambiente e de Educação, pelos órgãos públicos do Estado e dos municípios, entidades não-governamentais, de classe, meios de comunicação e demais segmentos da sociedade. A lei renovada será apresentada em 30 de setembro no seminário "Política Estadual de Educação Ambiental” a ser realizado no Teatro Dante Barone da Assembléia Legislativa, organizado também pela Comissão de Educação da Assembléia e pela Câmara Técnica de Educação do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema). Até o dia 25 de agosto, a sociedade poderá encaminhar sugestões para alteração da lei, que serão votadas juntamente com o texto-base pelos participantes do Seminário. Nos sites www.sema.rs.gov.br e www.al.rs.gov.br estão disponíveis a Lei Estadual n° 11.730/2002, o texto do Grupo Bipartite, a Ficha de Sugestões, a programação do Seminário, Ficha de Inscrição e Regimento para Votação. Esclarecimentos podem ser obtidos pelo e-mail seminario.peea@al.rs.gov.br ou pelo telefone 3210-2642;

 

-                     Apagão! – Recebi na mensagem diária da revista Amanhã: “De acordo com um pesquisa realizada pela PricewaterhouseCoopers em diversos países, serão necessários US$ 12,7 trilhões em investimentos para atender a demanda global de energia elétrica até 2030. No mesmo período, o setor energético brasileiro precisaria de US$ 450 bilhões para continuar funcionando sem problemas. Os investidores, no entanto, não estão prontos a apostar suas fichas no segmento. De acordo com a pesquisa, executivos e analistas do mundo inteiro consideram o setor demasiado instável. "As leis que regem a geração de eletricidade estão sempre mudando. É um problema estrutural", explica Guilherme Valle, sócio da área de energia da Price”. Ai ai;

 

-                     Vantagem de reciclar - Uma tonelada de papel reciclado poupa 22 árvores do corte, consome 71% menos energia elétrica e representa uma poluição 74% menos do que na mesma quantidade. Por outro lado, uma tonelada de alumínio - matéria-prima das latinhas de refrigerantes - usado reciclado representa cinco toneladas de minério extraído poupado e, para cada garrafa de vidro reciclada é economizado energia elétrica suficiente para acender uma lâmpada de 100 Watts durante quatro horas. Cerca de 500 mil famílias vivem da triagem de resíduos sólidos urbanos recicláveis. Em Venâncio Aires, uma central regional de recicláveis está para ser instalada, em benefício dos catadores.

 

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Blog EntrySep 2, '05 3:38 PM
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- Água tratada saída da torneira não é uma realidade em todos os lares brasileiros. Em muitos municípios, particularmente nas localidades do interior, as comunidades utilizam a água de poços e fontes naturais. No entanto, ela nem sempre apresenta condições de consumo sem tratamento prévio, devido às suas características físicas ou químicas apresentarem valores em desacordo com os padrões das normas técnicas de potabilidade, particularmente quanto à concentração de flúor. Para tornar essa água adequada ao consumo humano, a Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) desenvolveu o projeto "Filtro para desfluoretação de águas subterrâneas". O estudo foi um dos vencedores do Prêmio Finep de Inovação Tecnológica 2005, na categoria Inovação Social;

 

- A pesquisa premiada começou em 1996, especificamente na região do Vale do Rio Pardo. Entre 1997 e 1999, professores e alunos do Departamento de Biologia e Farmácia observaram que em 10,6%, dos 500 poços pesquisados, a água apresentava concentrações excessivas de flúor. Para deixar a água dentro dos padrões normais, foi criado o filtro para desfluoretação. O equipamento é confeccionado com tubos de PVC e carvão ativado. O carvão é o responsável por reduzir o índice de flúor na água. Caso esse índice seja excessivo, ele pode provocar conseqüências como a fluorose dental e problemas nos ossos e articulações. Há um ano, a Unisc monitora oito protótipos do filtro. Todas os resultados indicaram a remoção do excesso de flúor. Conforme um dos coordenadores da pesquisa, o professor Adilson Ben da Costa, os resultados do estudo e as formas de construção e operação do filtro serão encaminhadas à Fundação Nacional de Saúde (Funasa) para que o equipamento possa ser disponibilizado às comunidades onde houver necessidade. "O filtro tem baixo custo e pode ser instalado pelo próprio usuário", observa o professor. Essas características foram observadas na premiação da categoria Inovação Social, onde puderam se inscrever trabalhos que promoviam a inclusão social, interação com a população e a melhoria na qualidade de vida;

 

- Como premiação pela participação, o projeto receberá benefícios como um selo alusivo ao prêmio, certificado de participação, pedido de patente do produto e registro de marca, entre outros. Participaram do desenvolvimento do trabalho os departamentos de Biologia e Farmácia, de Química e Física, e de Engenharia, Arquitetura e Ciências Agrárias, além do Pólo de Modernização Tecnológica do Vale do Rio Pardo. A previsão é de que a pesquisa seja concluída no final deste ano. O projeto, desde 2002, vem sendo mantido, também, com recursos aprovados na consulta popular, por meio de um financiamento da Secretaria Estadual da Ciência e Tecnologia para o Programa de Pólos de Modernização Tecnológica. (texto: Fernanda Mallmann, assessora de imprensa da Unisc);

 

- População vai determinar uso da água - O Comitê de gerenciamento da Bacia do Rio Pardo (Comitê Pardo) está realizou encontros em alguns municípios em julho, regionais terça-feira em Candelária e ontem em Gramado Xavier para apresentar à população as condições da água dos mananciais da bacia e ouvir as sugestões para o uso. Tal Enquadramento vai ser revisto numa Assembléia Geral a ser realizada em Santa Cruz do Sul em setembro ou outubro. Na próxima quinta-feira acontece encontro municipal em Santa Cruz. Informações: www.planopardo.com.br, www.comitepardo.com.br;

 

- Classificação da água - Nas Consultas Populares para Enquadramento da Bacia Hidrográfica do Rio Pardo, os usos serão determinados de acordo com as seguintes classes: a) Classe especial: abastecimento para consumo humano, com desinfecção; preservação do equilíbrio natural das comunidades aquáticas; preservação dos ambientes aquáticos em unidades de conservação de proteção integral; b) Classe 1: abastecimento para consumo humano, após tratamento simplificado; proteção das comunidades aquáticas; recreação de contato primário, tais como natação, esqui aquático e mergulho; irrigação de hortaliças que são consumidas cruas e de frutas que se desenvolvam rentes ao solo e que sejam ingeridas cruas sem remoção de película; proteção das comunidades aquáticas em Terras Indígenas; c) Classe 2: abastecimento para consumo humano, após tratamento convencional; proteção das comunidades aquáticas-recreação de contato primário, tais como natação, esqui aquático e mergulho; irrigação de hortaliças, plantas frutíferas e de parques, jardins, campos de esporte e lazer, com os quais o público possa vir a ter contato direto; aqüicultura e à atividade de pesca; d) Classe 3: abastecimento para consumo humano, após tratamento convencional ou avançado; irrigação de culturas arbóreas, cerealíferas e forrageiras; pesca amadora; recreação de contato secundário; dessedentação de animais; e) Classe 4: navegação; harmonia paisagística.


Blog EntrySep 2, '05 3:37 PM
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Recuperação do lixão e da usina – Finalmente! Só falta o prefeito assinar o contrato com a empresa santa-cruzense que vai remediar o antigo lixão, na Vila Battisti, atualmente interditado. Há informações de responsáveis alegando que o contrato já foi homologado. Três empresas disputaram o serviço, e venceu a que apresentou orçamento com menor custo. A remediação consiste em cobrir as montanhas de lixo com argila, inserir canos para expelir os gases e instalar valas ao redor para conter o chorume. Já a a remoção do lixo abandonado na usina de triagem, em Linha Estrela, também está sendo licitada. Restam poucos dias para recursos, e apenas uma empresa se candidatou a executar o serviço.

 

O preço do descaso - Pirelli, Goodyear, Bridgestone e Michelin foram multados em R$ 22 milhões por não destruírem os pneus usados que importaram, conforme determinado pelo Ibama. Ainda não há lei regulamentando isso, apenas um decreto, e as empresas conseguiram liminares. O governo federal está encaminhando ao Congresso um projeto de lei.

 

Promoção! – A variedade/diversidade/complementaridade de espécies vivas no mundo e no nosso bairro depende de agirmos com maestria, gerirmos a interdependência dos recursos naturais, humanos, materiais e financeiros de forma a garantir a continuidade de tais riquezas. O mercado mundial de comércio de carbono que vem sendo implantado por diversos países, inclusive o Brasil, através do Protocolo de Kyoto, visa a promover Métodos de Desenvolvimento Limpo. O site www.carbonobrasil.com acompanha o desenvolvimento deste novo mercado interessante e promissor para a economia, o homem  e a natureza.

 

Selecionados pela inovação - A Comissão Julgadora da etapa regional Sul do 8º Prêmio Finep de Inovação Tecnológica, reunida em Florianópolis (SC) no início desta semana, concedeu a premiação a 18 empresas e institutos de pesquisa. A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) cede investimentos para pesquisa, desenvolvimento e inovação de produtos e processos. Confira a notícia completa em www.finep.gov.br. “Temos hoje mais de 5.000 municípios no Brasil, só no Rio Grande do Sul são 496, e apenas 80 os representam em fórum nacional, em busca de políticas de descentralização dos recursos de Ciência e Tecnologia. Precisamos ampliar este percentual e fazer o Rio Grande do Sul, através de nossos municípios, constituírem Conselhos Municipais de C&T, com fundos municipais, e assim realizarmos a necessária inovação tecnológica”, clama o coordenador do Finep para o RS, Vanderlan Vasconcelos.

 

Estado dá dinheiro para cuidar de rios da região - O governador Germano Rigotto lançou na manhã de terça-feira o módulo II do Programa Pró-Guaíba. O custo estimado é de US$ 570 milhões, para um período de dez anos. Desenvolvido pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), para promover a recuperação e o gerenciamento da maior região hidrográfica do Rio Grande do Sul, composta por nove bacias (Vacaria/Vacacaí-Mirim, Pardo, Lago Guaíba, Alto Jacuí, Baixo Jacuí, Taquari-Antas, Caí, Sinos e Gravataí), o Pró-Guaíba abrange 251 municípios gaúchos e está dividido em quatro módulos.

 

Consumir menos e reutilizar a água - O governador em exercício Antônio Hohlfeldt abriu oficialmente, quarta-feira pela manhã, no Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre, o Seminário sobre Tecnologias Limpas, que durou até ontem, promovido pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes). O tema foi educação ambiental, além da apresentação de tecnologias limpas buscando o desenvolvimento sustentável na redução de consumo e reuso da água. Para Holfeldt, os debates sobre cobrança de água, privatização, terceirização ou parcerias a serem constituídas com as diferentes instituições públicas, e a própria relação entre água e saneamento no Rio Grande do Sul, ainda são um desafio a ser alcançado.

 

Alunos especiais no mestrado ambiental - O Mestrado em Tecnologia Ambiental, da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), tem inscrições abertas aos interessados em cursar disciplinas como aluno especial. Há possibilidade de ingresso para Gestão e Tecnologia Ambiental, Aquisição e Análise de Dados e, ainda, para Fenômenos de Transporte Avançado. As três disciplinas fazem parte do primeiro trimestre do curso. Após o término e aprovação na disciplina, o aluno recebe um certificado de conclusão. Aquelas que forem concluídas poderão ser aproveitadas em caso de ingresso no Programa na próxima seleção. Podem se inscrever graduados em Química, Biologia, Geologia, Engenharias e áreas afins.


Blog EntrySep 2, '05 3:36 PM
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Errei – no jornal de terça-feira, confundi os dois clubes de Rotary do município. Ao invés do Chimarrão, quem homenageou os colonos e motoristas foi o Rotary Centro, presidido pelo médico veterinário Ricardo Strohschoen. Quem preside o Rotary Chimarrão é o policial Lúcio Rabuske. Cada clube é um, com suas qualidades freqüentemente publicadas no jornal. Mesmo com tantas manifestações de companheirismo, integração e parceria entre Chimarrão e Centro. Senhores, vocês são inconfundíveis, e certamente não me confundem com uma máquina de não errar. Errei. Foi um lapso de atenção, talvez provocado pela overdose de chimarrão da tarde de segunda-feira, lá na Escola do Chimarrão. Errei, errei. Se conseguirem, e eu não tiver atrapalhado demais, não se magoem.

 

Aves – Durante a reunião do Rotary Centro em que os colonos e motoristas foram homenageados, o presidente do clube de serviços, médico veterinário Ricardo Strohschoen explicou sobre os hábitos e a saúde de aves. Enquanto o primeiro-secretário da Associação Gaúcha de Avicultura, venâncio-airense Paulo Santos falava sobre aviários, Strohschoen respondeu a uma dúvida dos rotarianos sobre a gripe do frango. “As aves comerciais estão livres do risco de vírus, não há ameaça. Isso só tem chance de acontecer se o homem continuar interferindo demais nos ecossistemas. Se as aves silvestres, que podem ter o vírus, forem levadas a alterar suas rotas de migração, podem acabar caindo ou pousando próximo das aves comerciais e as contaminarem”, explicou. Fica claro através desta relação  a importância de se estudar (ecologia) as relações entre os integrantes e os processos do meio ambiente, para que se interfira apenas de forma inteligente, sem prejuízos à manutenção da vida.

 

EUA lideram acordo sobre o clima assinado ontem - China, Austrália, Índia, Coréia do Sul, Japão e Estados Unidos da América assinaram ontem em Vientiane, capital do Laos (na Ásia), um acordo paralelo ao Protocolo de Kyoto. Estados Unidos e Austrália alegam que o problema da mudança climática só deve ser discutido se o desenvolvimento e o crescimento econômico não forem prejudicados. O Japão, único país do novo acordo que já participa do Protocolo de Kyoto, afirmou que o pacto não significa uma alternativa, apenas vai complementar o Protocolo.

O presidente norte-americano George Bush reconheceu já no início do mês que o aquecimento global é um problema sério e que as atividades humanas, ao menos em parte, devem ser responsabilizadas. Mas afirmou que os Estados Unidos vão continuar a resistir contra uma ampliação do protocolo de Kyoto, que limita a emissão de gases poluentes na atmosfera. Na opinião dele, o protocolo restringe o uso de energia. “Em vez de diminuir a emissão de gases poluentes, seria melhor caminhar para uma tecnologia que limpasse essas substâncias”, defendeu. Por isso, propôs o novo acordo, que vai permitir que os países participantes estabeleçam suas metas para reduzir a emissão de gases de efeito estufa de forma individual. Ao contrário do Protocolo de Kyoto, o acordo não é compulsório e não possui mecanismos para aplicação de suas medidas.

Como alternativa, Bush afirmou que o mundo deveria diversificar os combustíveis para fugir daqueles de origem fóssil. Como exemplo de progressos nos Estados Unidos, foram citados usinas energéticas com poluição zero e projetos de carros movidos a hidrogênio.

Um correspondente da BBC em Washington diz que o presidente Bush tenta reduzir a dependência do petróleo internacional e que, se isso vier acompanhado de conquistas ambientais, será bem-vindo.

 

Evento estadual de educação ambiental na Unisc - Em agosto, a Unisc/sede vai sediar dois seminários sobre educação ambiental. Núcleo de Pesquisa e Extensão em Gerenciamento de Recursos Hídricos (NRH), o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Pardo (Comitê Pardo) e a Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) de Santa Cruz do Sul estão promovendo o II Seminário Estadual de Educação Ambiental e o V Seminário Regional de Educação Ambiental. O tema dos eventos, que acontecem nos dias 16 e 17, é Plano da Bacia, e até o dia 31 de julho os interessados podem inscrever trabalhos. Os certificados podem ser encomendados por R$ 15,00. A Fepam e o Pólo de Modernização Tecnológica também apóiam os eventos. Informações e contatos: www.comitepardo.com.br, www.unisc.br, nrh@unisc.br, 3717-7460.


Blog EntryJul 25, '05 7:31 AM
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Um animal hominídeo, parente próximo enviou uma carta para mim. Consta: “Ano 2070, acabo de completar os 50 anos, mas a minha aparência é de alguém de 85. Tenho sérios problemas renais porque bebo pouca água. Creio que me resta pouco tempo. Hoje sou uma das pessoas mais idosas nesta sociedade. Recordo quando tinha 5 anos. Tudo era muito diferente. Havia muitas arvores nos parques, as casas tinham bonitos jardins e eu podia desfrutar de um banho de chuveiro de cerca de uma hora. Agora usamos toalhas em azeite mineral para limpar a pele. Antes todas as mulheres mostravam as suas formosas cabeleiras. Agora devemos raspar a cabeça para a mantê-la limpa sem água. Antes o meu pai lavava o carro com a água que saía de uma mangueira. Hoje os meninos não acreditam que a água se utilizava dessa forma. Recordo que havia muitos anúncios que diziam “Cuidem da água”, só que ninguém ligava pra isso; pensávamos que a água jamais podia acabar. Agora, todos os rios, barragens, lagoas e mantos aqüíferos estão irreversivelmente contaminados ou esgotados. Antes a quantidade de água indicada como ideal para uma pessoa beber diariamente eram oito copos por dia.Hoje posso beber meio copo. A roupa é descartável, o que aumenta grandemente a quantidade de lixo; tivemos que voltar a usar os poços sépticos (forças) como banheiro, exatamente como no século passado porque as redes de esgotos estão entupidas por falta de água. A aparência da população é horrorosa; corpos desfalecidos, enrugados pela desidratação, cheios de chagas na pele pelos raios ultravioletas que já não tem a capa de ozônio que os filtrava na atmosfera, imensos desertos constituem a paisagem que nos rodeia por todos os lados. As infecções gastrointestinais, enfermidades da pele e das vias urinárias são as principais causas de morte nos dias de hoje.A industria está paralisada e o desemprego é dramático. As fábricas dessalinizadoras são a principal fonte de emprego e pagam-te com água potável em vez de salário. Os assaltos por um litro de água são comuns nas ruas desertas. A comida é 80% sintética. Pela ressequida da pele uma jovem de 20 anos tem a aparência de 40. Os cientistas investigam, mas não há solução possível. Não se pode fabricar água, o oxigênio também está degradado por falta de arvores o que diminuiu o coeficiente intelectual das novas gerações. Alterou-se a morfologia dos espermatozóides de muitos indivíduos, como conseqüência há muitos meninos com insuficiências, mutações e deformações. O governo até nos cobra pelo ar despoluído que respiramos, 137 m³ por dia por habitante adulto é o que nos permitem. Acima disso, pagamos caro, às vezes com a própria vida. As pessoas que não podem pagar são retiradas das "zonas ventiladas", que estão dotadas de gigantescos pulmões mecânicos que funcionam com energia solar. Não são de boa qualidade, mas pode-se respirar. A idade média de quem não pode pagar pelo ar das zonas ventiladas é de 35 anos. Em alguns países ficaram manchas da vegetarão com o seu respectivo rio que é fortemente vigiado pelo exercito, a água tornou-se um tesouro muito cobiçado, mais do que o ouro ou os diamantes. Aqui não há arvores porque quase nunca chove, e quando chega a registra-se uma precipitação, é de chuva ácida; as estações do ano tem sido severamente transformadas em função da transformação do clima global. Erramos constantemente advertidos que devíamos cuidar do meio ambiente, mas fizemos pouco caso. Quando a minha filha me pede que lhe fale de quando era jovem descrevo a maravilha que eram os bosques, lhe falo da chuva, das flores, do agradável que era tomar banho e poder pescar nos rios e barragens, beber toda a água que quisesse, e de como as pessoas eram saudáveis. Ela pergunta-me: Mamãe! Porque se acabou a água? Então, sinto um nó na garganta; sinto uma imensa culpa porque pertenço à geração que terminou destruindo o meio ambiente pôr não termos a consciência da preservação e do cuidado. Agora os nossos filhos pagam um preço alto pela nossa irresponsabilidade, e sinceramente creio que a vida na terra já não será possível dentro de muito pouco tempo, porque a destruição do meio ambiente chegou a um ponto irreversível. Como gostaria de voltar no tempo e fazer com que toda a humanidade compreendesse da importância de cuidarmos da natureza e da água. Devemos começar hoje, enquanto ainda ha tempo de fazermos algo para salvar o nosso planeta terra!”

 

(Fonte: revista biográfica “Crônica de Los Tempos" de Março de 2005)


Blog EntryJul 15, '05 3:44 PM
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Nossas Excelentes Vossas Excelências – O sensacionalismo da imprensa nacional me impressiona a ponto de eu fazer uma metáfora – adotando a escolha nacional: está desmoronando um castelo cuja matéria-prima é as brechas da nossa civilidade. Brechas: fresta onde deveria passar a luz, por onde se arejaria o ambiente. Mas, nos escândalos financeiros e políticos, as brechas são esconderijos para coisas que a luz não deveria alcançar. Tal qual vampiros, que definham sob o sol, executivos, executores, operadores do direito, por direito, da direita, da esquerda - de todos os lados, mas ainda majoritariamente do eixo Sudeste-Nordeste-Planalto Central – fogem dos holofotes que lhes derretem a maquiagem. Castelos de areia não se sustentam com cascalho. Que bom. Nada como um grande escândalo para gerar piadinhas e metáforas até para exportação. To see or not to see?



O que é isso, companheiro? – Vice-prefeito e secretário do Meio Ambiente Airton Artus comentou comigo aquilo que o alternativo deputado federal Fernando Gabeira considera como o maior crime que ele tem conhecimento: a devastação de centenas de mil km2 da Floresta Amazônica durante o atual governo federal. Desmatamento feito com arrastão, correntes puxadas por tratores. Li numa matéria de O Globo, publicada em www.gabeira.com.br: "Em nova crítica à política ambiental do governo, o deputado federal Fernando Gabeira (sem partido) afirmou ontem que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva corre o risco de ficar isolado internacionalmente, se insistir em levar adiante os projetos previstos no PPA criticados por organizações não governamentais. - Se ele tomar essas decisões, vamos retroceder a uma situação pré-Rio-92 e o Brasil passa a ser de novo um vilão ecológico internacional - disse Gabeira, que participou ontem de uma mesa-redonda sobre ecologia na Primavera dos Livros, no Cais do Porto, no Rio. O deputado referiu-se especificamente à construção de Belo Monte e ao asfaltamento da BR-163, a Cuiabá-Santarém. Gabeira, que recentemente saiu do PT por discordar das ações do governo, disse estar otimista porque não acredita que o governo encontrará parceiros privados para tais empreitadas".



Qualidade na administração pública – Já ouvi que alguns órgãos públicos implantam sistemas para avaliar e aprimorar a gestão, a gerência, os procedimentos, a funcionalidade. E a nossa prefeitura?



PGQP – Além de empresas, empreendimentos de natureza social passam a se ocupar da qualidade da sua gestão através do Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade (PGQP). A centenária associação Sociedade de Leituras está participando do programa, que promove anualmente o concurso Qualidade RS. Conforme o presidente da Sociedade, Leandro Haag, a intenção é avaliar os procedimentos da entidade e adotar medidas que possam torná-la mais prática, mais eficiente.



Biodiesel como fator de inclusão socieconômica –A perspectiva real de o biodiesel funcionar como agente de transformação em áreas economicamente deprimidas e patrocinador de inclusão social motivaram o Governo do Estado a promover o Seminário Combustível Verde, em conjunto com o Sindicato da Indústria de Óleos Vegetais (Sióleo) e a Associação Rio-grandense de Estagiários na França (Ardef). Ontem, na Fiergs em Porto Alegre, foram discutidos aspectos ambientais, tecnológicos e de mercado da alternativa energética extraída preferencialmente de vegetais, apontada como alternativa à dependência do estadual quanto ao combustível à base de petróleo. Atualmente, os gaúchos utilizam quase 30% do óleo diesel consumido no país - cerca de 7 milhões de toneladas ao ano. A Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec) e a Carris (empresa de transporte coletivo da capital) assinaram convênio, através do qual a empresa vai testar a mistura diesel-biodiesel nos ônibus urbanos. Isso pode inspirar uma evolução socieconômica em Venâncio Aires, tendo em vista a hipotética substituição da fumicultura.

Blog EntryJul 8, '05 1:43 PM
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-> Crianças donas do futuro - Fiquei impressionado com 28 estudantes da quinta série (Ensino Médio) da escola estadual Monte das Tabocas. Eles participam de um Clube de Ciências, viabilizado pelo Centro de Ciências da Universidade de Santa Cruz do Sul, que cede a estagiária Rosângela Schwingel (acadêmica de Biologia) para acompanhar os alunos em turno oposto, extra-curricular. Nas manhãs de segunda-feira, reúnem-se os que estudam à tarde, e nas tardes de quarta-feira reúnem-se os que estudam de manhã. Há um mês, os meninos e meninas escolheram sete temas para serem desenvolvidos. Dividiram-se em grupos para pesquisar 1) a origem do universo; 2) o corpo humano; 3) o lixo e a reciclagem de papel; 4) a evolução da vida (a partir dos dinossauros); 5) uma estufa de árvores nativas; 6) óleos vegetais; 7) insetos. “A idéia é que eles tentem resolver os seus problemas e os da comunidade. Eles que escolheram os temas para pesquisar, e é tudo bastante prático, com experimentação. Eu ajudo eles a pesquisarem sobre os assuntos, em livros e na internet, mas não dou uma aula teórica”, conta a instrutora. “A estufa, por exemplo, está sendo elaborada com garrafas PET. Estão fazendo também pomadas de arnica para curar os hematomas, do futebol. Estão fazendo xarope de mel. Cada grupo está tendo suas realizações”, exemplifica Rosângela. Quarta-feira, todos foram até o Parque do Chimarrão para participarem de dinâmicas e vivências ambientais. O biólogo da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Wilson Weschenfelder Júnior, foi contribuir com conhecimentos diversos sobre o solo, a água e a vegetação;

 

-> A experiência e o exemplo – As crianças do Clube de Ciências servem de exemplo de que é importante, possível e agradável nos esforçarmos para compreender como a vida funciona, acontece, e a partir daí interagir com os recursos naturais de forma inteligente, desenvolvendo soluções para o equilíbrio no cotidiano. Afinal, nós somos apenas uma das espécies animais que dividem a grande casa Terra. E todos os animais são apenas alguns dos seres vivos. E todos esses seres, incluindo outros recursos naturais inanimados, estão praticamente dependentes da capacidade dos humanos para lidar de forma sustentável com a vida. Porque somos os animais que mais modificam a natureza. A cara que a Terra tem hoje foi em grande parte dada por nós. E, convenhamos, essa cara não é totalmente boa. Os alunos estão conseguindo encaminhar suas dúvidas e idéias, aprendendo a conquistar soluções com a ajuda de pessoas e instituições especializadas. Brincadeira de criança, sim, mas diferente das palhaças pejorativamente infantis que certos animais humanos responsáveis pelo desenvolvimento acabam cometendo ora às escondidas, ora na nossa cara. Bem aqui, na nossa casa Terra. Na nossa casa Venâncio Aires.

 

-> Mais controle sobre produto florestal – A Secretaria Estadual de Meio Ambiente lançou um novo modelo, mais rigoroso, de Autorização de Transporte de Produto Florestal (ATPF). Os proprietários de imóveis - rurais e urbanos - e os municípios que são habilitados para o licenciamento ambiental de atividades de impacto local (como Venâncio Aires) devem ficar atentos ao decreto estadual 43.324/2004, que alterou o Sistema de Controle de Produtos Florestais Nativos. A partir de agora, será emitido também o Selo de Trânsito para ser colado no verso da terceira via da nota fiscal, para cargas de toras de araucária, toras de folhosas, lenha e palmito nativos;

 

-> O fator humano, a fatalidade humana - "Podemos nos livrar de uma neurose, mas não podemos nos curar de nós mesmos". Assim escreveu o filósofo francês Jean-Paul Sartre, provavelmente comentando a inevitável complexidade do convívio entre as espécies, semelhantes ou não, e os conflitos pessoais. As brechas por onde desperdiçamos nosso talento, quando não pensamos o suficiente para encontrar uma forma melhor para realizar algo. Ou quando não somos maduros o suficiente para controlar emoções, o que se torna um caótico ciclo vicioso. Sartre é um dos pensadores favoritos de um venâncio-airense de muitas vivências e rompantes que destoam do senso comum e do bom senso. É o José Carlos, popular Guaíba, pioneiro técnico de computadores, ator e bom conversador que está buscando se centrar em um eixo mais... sustentável. Está também se aventurando pela literatura, a partir das aventuras da vida.


Blog EntryJul 8, '05 1:43 PM
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Tá na hora! - 370 voluntários de todas as regiões do Rio Grande do Sul reuniram-se há dois finais de semana anterior em Porto Alegre (Centro de Convenções da Fiergs) no Seminário de Formação de Agentes Prevencionistas para a área ambiental. No retorno às suas localidades de origem, atuarão como mobilizadores comunitários, com material de apoio. Segundo o coordenador do Programa de Educação Ambiental Compartilhado, Tulio Amorim Carvalho, assessor da direção da Fepam, os voluntários "vão identificar problemas ambientais, discuti-los com as pessoas diretamente atingidas e propor ações objetivas em conjunto com as escolas e prefeituras". Ou seja, o programa é parecido com o Seminário do Plano Estratégico de Desenvolvimento. O encontro faz parte do inédito Programa de Educação Ambiental Compartilhado. O programa envolve secretarias estaduais de Educação e do Meio Ambiente, grupos empresariais Gerdau, Aracruz e Vipal e Federação das Associações e Círculos de Pais e Mestres. Conta também com o apoio do Sistema Fiergs/Ciergs, do Senac, da Federação das Associações de Municípios do RS e da prefeitura de Porto Alegre.

 

CaixaRS oferece R$ 18 mi para reposição florestal - O Programa de Financiamento Florestal Gaúcho da CaixaRS Fomento Econômico e Social (Proflora CaixaRS), desde o lançamento pelo Governo do Estado, em abril de 2004, patrocinou a recobertura florestal de uma área de 13 mil hectares no Rio Grande do Sul, que, somados aos 55 mil hectares já assumidos pela Votorantim e pela Aracruz, asseguram a realização de 50% da meta estipulada - implantação de 120 mil hectares de novas florestas até 2006. Para tanto, a CaixaRS está oferecendo R$ 18,8 milhões a investidores isolados no Rio Grande do Sul, para aplicação em 216 projetos, entre aprovados e em processo de análise pela área técnica da instituição.

O objetivo da CaixaRS, com o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), é sustentar o desenvolvimento da cadeia produtiva de base florestal no estado. Enquanto o mercado internacional atinge a soma de US$ 300 bilhões em produção de florestas plantadas, a participação do Brasil é de apenas 1,5% deste total. O número corresponde a 100 milhões de metros cúbicos/ano, para um consumo de 300 milhões de metros cúbicos/ano. No Rio Grande do Sul, a situação não é diferente. O plantio anual de mudas - 20 mil hectares - florestais é insuficiente para garantir o abastecimento da indústria de transformação de madeira, com ênfase para os segmentos de papel e celulose, móveis, energia, compensados e aglomerados. O setor registra um consumo anual de 50 mil hectares, tornando necessária a aquisição de matéria-prima nos mercados de Santa Catarina e do Paraná.

O Proflora CaixaRS atende a demanda da cadeia produtiva com apoio nos estudos fornecidos pela Associação Gaúcha de Empresas Florestais (Ageflor) e alcança financiamento para o plantio de três espécies: pinus, acácia negra e eucalipto. Produtores rurais e investidores privados são os principais tomadores do crédito oferecido pelo Proflora CaixaRS, com valor limitado a R$ 150 mil por projeto individual anual, sobre o qual incide taxa de juros de 8,75% a.a, sem correção monetária, e o pagamento deverá observar prazo de amortização de até 12 anos, com oito anos de carência.

Além da produção de matéria-prima, as metas do programa incluem aproveitamento de terras ociosas, inserção competitiva da cadeia produtiva no agronegócio nacional e internacional, diversificação da matriz produtiva e auxílio no combate a desigualdades regionais. Há, ainda, o estímulo à geração de emprego e renda, com a produção de mudas, roçadas, preparo do solo, plantio, capinas, extração, fertilizantes, transporte, máquinas e implementos. "Mas as vantagens não se restringem ao aspecto econômico", destaca o presidente da CaixaRS, Dagoberto Lima Godoy. "O programa desempenha, ainda, um importante papel social, de fixador do homem no campo, com melhor qualidade de vida", completa. 

 


Blog EntryJul 8, '05 1:42 PM
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Seminário da Evolução – É impressionante ver como as pessoas passaram a levar a sério o Seminário do Plano Estratégico de Desenvolvimento. Nesta quarta-feira, reuniões dos três grupos temáticos foram bem freqüentadas. Os participantes expressavam suas idéias sobre segurança pública (um grupo), economia (outro) e ciências e tecnologia (outro), ressaltando a importância do interesse de cada cidadão em fazer a diferença - ao invés de apenas reclamar. Todos pareciam concordar que reuniões como estas eram necessárias há tempo. São como audiências públicas, mas não visam a exatamente eleger uma ou umas medidas para determinadas situações. Lembro que cada reunião é para os cidadãos interessados apontarem em um papel, sem necessariamente se identificarem, tudo aquilo que acham sobre cada tema. Há de se dizer o que há de bom no município (força, no que diz respeito ao assunto), o que há de ruim (fraqueza), e quanto ao contexto fora do município, citar o que se imagina oportunidade ou ameaça. Um exercício de imaginação, ao menos. Talvez daí surjam boas dicas de desenvolvimento. Ninguém precisa apresentar planos, apenas comentar idéias. O objetivo é diagnosticar, dizer o que está acontecendo.

 

Empresas – É assim (conforme o seminário) que empresas conseguem planejar suas atividades: primeiro precisam diagnosticar a situação, saber o que está acontecendo e como, para depois decidirem fazer algo.

 

Comunicar sustenta – Talvez o mero fato de comunicar, de as pessoas conversarem sobre as coisas relacionadas ao lugar onde vivem e às coisas que fazem não seja de imediato uma reparação de erros, nem uma garantia de desenvolvimento, evolução. Mas é impossível evoluir, desenvolver sem comunicar. Sem tornar comum aos envolvidos. É com muita comunicação que empresas conseguem superar crises e conquistar certificações. É a tal transparência: ser honesto, sincero quanto ao que está acontecendo e quanto às intenções de ação. Empresas, pessoas e governos perdem credibilidade quando não são transparentes, quando há nuvens encobrindo e sufocando a identificação entre os participantes. Iniciativas perdem a fidelidade dos grupos-alvo. Perdem adesão.

 

Comunicar evolui – O surgimento da cultura humana confunde-se com o surgimento da comunicação. O homem se emancipou da natureza quando passou a pensar sobre si, criar realidade na abstração de sua mente. Aprendeu a se referir a coisas através de sinais sonoros e desenhados. A partir daí, inventou a matemática, a engenharia, as linguagens. Alguns animais também o fizeram, mas não com tanta elaboração, sofisticação, precisão. Pensarmos sobre a história e planejarmos a ação seguinte só são possíveis porque aprendemos a imaginar, a nos referir às coisas, a assimilar e expressar sentido. Cada expressão pode coagular idéias mil, resumir caminhos intelectuais.

 

12.137 brasileiros discutindo desenvolvimento sustentável no Orkut - O desenvolvimento sustentável e suas implicações sociais, culturais, econômicas, ambientais e políticas são alvo de discussão ao se questionar a importância da construção de um novo mundo, baseado no equilíbrio entre o homem e a natureza. Alguns participantes da comunidade lamentam a forma como certas iniciativas utilizam a denominação para meramente causar uma impressão politicamente correta. Sustentar algo vai além de garantir o financiamento, o pagamento (sustento) de algo. Envolve garantir que tal coisa continue, não termine. É dar viabilidade não apenas inicial, mas integral. E isso depende de fatores diversos. Ecossistemas são complexos, cidades também, grupos humanos juntos também.

 


Blog EntryJun 16, '05 5:28 PM
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Relações descartáveis ou sustentáveis?

 

Continua o abandono de menores nas ruas e calçadas do centro porque não há lixeiras em várias quadras. Falo do abandono de problemas menores, como os restos de cigarros. Provoquei indignação com o início do texto? É bom que as pessoas tenham imaginação, mas não é bom se agarrarem ao que pensarem primeiro nem ao que tudo indica que é, que parece, que deve ser. Continuo abandonando os menores refugos de tabaco no chão ou em canteiros porque quero fumar enquanto caminho, não apenas parado ao lado de uma lixeira. Papel de bala é fácil de lidar, basta colocar no bolso até passar pela próxima lixeira.

“Bituca” de cigarro eu não levo. Talvez eu deva fazer como as pessoas que passeiam com cães e coletam em sacos os restos alimentares destes. Mas ninguém se preocupa com os restos deste cachorro que escreve a coluna. Aliás, se eu carregar um pote ou saco para colocar as bitucas, depois coloco elas no lixo orgânico? Não sei. Deixo uma trilha de restos fúmebres (sic) por onde passo. Sim, parecem fúnebres. Mas ainda não padeço pelo tabagismo. Os canteiros de folhagens e até o gramado do hospital, onde há bancos para descanso e lixeiras para restos, ficam salpicados de adornos brancos queimados que ostentam graciosamente a falta de consideração. Nunca fumei ou despejei lixo no gramado do hospital, mas há também uma outra falta de consideração: por parte da cidade. Se podemos fumar em poucos locais fechados, queremos fumar ao ar livre sem precisar poluir. Ou querem nos forçar a ser alvo dos argumentos de que gastamos as verbas públicas com tratamentos de saúde mais... recuperação ambiental? Não perco o sono nem o fio da meada com isso. Apenas hesito nos passos enfumaçados, em busca de lixeira. E assim se passa o tempo – e as pessoas por cima das minhas bitucas. Mas está errado. É falta de capricho, organização, saúde e economia.

Já testemunhei clubes de serviço e administradores públicos planejarem providências para o descarte de bitucas. Foram convencidos a tornar bodes expiatórios os fumantes? Somos prejudiciais? Pois, queremos ser menos. Queremos lixeiras para cigarros, e não nos importamos em dividir o espaço nobre com outros resíduos industriais geradores de riqueza, e também nem sempre saudáveis ou elegantes. As fumageiras e outras indústrias adotam medidas bastante funcionais de separação, reaproveitamento e destinação de restos. Restos são ociosidades, nós-cegos, falta de criatividade, desperdício de dignidade. Porque aí está o princípio do capricho, da organização, da saúde e da economia.

Será que, pela força-tarefa coletiva Seminário do Plano Estratégico de Desenvolvimento, o grupo sobre meio ambiente vai discutir isso? Ou o de saúde? Ou o de economia? Esse simples problema do descarte de bitucas tem impacto em alguma questão, preocupa alguém, interessa a alguém, faz alguma diferença? O critério não é este. Se alguém tem isto em mente, aí está uma idéia digna para o seminário. Porque estas idéias servirão de guia para o município até 2020. Temos de considerar todas as idéias possíveis. Sobre todos os problemas.

Para esta coluna -que começou porque devia, mas foi cheia de artifícios, gestada sob pressão, aos trancos -, o descarte de bitucas fez a diferença. Serviu para nortear (ou desnortear de forma conduzida, pois a condução é o que interessa) uma idéia sobre a hora e a vez de a população (eu e tu) dialogar sobre problemas para encontrar soluções coletivas para os próximos 15 anos. Ou para os segundos em que não sabemos o que fazer com as bitucas. Se é fácil resolver esse descarte, porque não o fizemos ainda? Falta vontade? Como será com os problemas maiores que imaginamos resolver com o seminário? Instrumentos, artifícios e eixos para o funcionamento do seminário e da vida: vontade, imaginação, esclarecimento, participação, colaboração, integração, poder de realização. Uma idéia puxa a outra. Juntas, impulsionam as coisas.

Não sei se acredito, confio ou tenho esperança quanto ao seminário ou a responsabilidade coletiva. Faço como nos relacionamentos afetivos: não espero algo, mesmo querendo aquilo. Apenas forneço acesso, para que a pessoa compreenda a situação e resolva se permitir, e me permitir. Acontece uma reação interpessoal, ambiental de ativação de talentos. É um terapia, bem como o seminário pode ser. Mesmo se as idéias compiladas não forem implantadas por administradores públicos ou coletivamente, podem inspirar posturas ou atitudes individuais que também têm pode de realização, multiplicação e integração para fazer a diferença. Se você está achando que esta coluna traz indiretas para você, te desengano agora: traz diretas.


Blog EntryJun 13, '05 10:36 AM
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ANTES
- PRIMEIRO -
EU TINHA MEDO
DEPOIS,
TINHA MEDO DE TER MEDO.
O MEDO DE TER MEDO
ORA MATAVA MEU MEDO SUFOCADO
ORA O PROTEGIA,
REFORÇANDO OU ESCONDENDO
- ANTE MIM MESMO.

HOJE,
TENTO SABER
EMPIRICAMENTE
SE OU TENHO MEDO DE NÃO TER MEDO
OU NÃO TENHO MEDO DE TER MEDO

NÃO TENHO MEDO DE TER A RESPOSTA
NÃO TENHO MEDO DE NÃO TER A RESPOSTA
A RESPOSTA NÃO IMPORTA
A PERGUNTA IMPORTA
A FALTA DE RESPOSTA NÃO DIMINUI
A IMPORTÂNCIA DA PERGUNTA
TALVEZ
ATÉ AUMENTE

O MEDO É MATÉRIA-PRIMA
TAL QUAL O CAOS?


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